Com alta de 61% nas descargas atmosféricas, especialista em proteção elétrica aponta riscos invisíveis e crescimento de danos em equipamentos residenciais e corporativos
O Brasil enfrenta um aumento expressivo na incidência de raios em 2026 e o impacto vai muito além das tempestades. O crescimento de 61% nas descargas atmosféricas já começa a gerar um efeito silencioso, porém financeiramente relevante: a queima e degradação de equipamentos eletrônicos.
Dados recentes da Enel revelam que, apenas entre 1º de janeiro e 8 de fevereiro, foram registrados 131.322 raios em 66 municípios da área de concessão no Rio de Janeiro, evidenciando um cenário climático mais agressivo e imprevisível.
Oscilações de energia: o prejuízo invisível que cresce dentro de casa e nas empresas
Com o aumento das tempestades, crescem também os episódios de picos de energia, surtos elétricos e oscilações na rede elétrica, principais responsáveis por danos em:
• Computadores e notebooks
• Roteadores e redes Wi-Fi
• TVs e eletrodomésticos
• Sistemas de segurança
• Equipamentos corporativos sensíveis
Mesmo quando não há interrupção prolongada de energia, esses microimpactos elétricos são suficientes para comprometer o funcionamento dos aparelhos.
O problema mais crítico: os danos nem sempre são imediatos.
Muitos equipamentos continuam funcionando, mas apresentam:
• queda de desempenho
• falhas recorrentes
• redução significativa da vida útil
Prejuízo silencioso cresce e impacta orçamento de famílias e empresas
Especialistas apontam que o impacto financeiro tende a ser subestimado, justamente por não ser imediato. Na prática, isso se traduz em:
• trocas frequentes de equipamentos
• custos inesperados de manutenção
• perda de produtividade
• falhas operacionais
TS Shara destaca: proteção elétrica se torna essencial diante do novo cenário climático
Diante desse aumento, soluções preventivas ganham protagonismo. A TS Shara, referência nacional em proteção elétrica, reforça que dispositivos como nobreaks e estabilizadores atuam nos primeiros milissegundos de uma oscilação, reduzindo significativamente os riscos de danos.
Mais do que um item técnico, a proteção elétrica passa a ser uma decisão estratégica de economia e segurança.
Nova realidade: eventos extremos exigem prevenção inteligente
Com eventos climáticos mais intensos e o custo elevado de reposição de eletrônicos, proteger equipamentos deixa de ser uma recomendação e passa a ser uma necessidade.
A lógica mudou:
Prevenir não é gasto. É proteção patrimonial.