Ultraman Brasil 2026: três dias de prova, um método e a construção de um bicampeonato

Patrocinado pela AXIS Performance, Erick Duarte conquistou o topo do pódio

Cláudio Lasso, sócio e fundador da AXIS Performance, foi capitão do staff do atleta Erick Duarte, no Ultraman Brasil 2026.  Foram três dias de prova, de execução contínua, desgaste acumulado e tomada de decisão sob pressão.

O Ultraman não é uma prova de velocidade. É uma prova de estrutura.Nesta edição Erick Duarte, patrocinado pela AXIS Performance, conquistou o bicampeonato. Um resultado que não se constrói apenas no físico, mas na soma de preparação, estratégia e suporte.

“Antes mesmo da prova, existe um ponto que muitas vezes não aparece: o acompanhamento no treinamento. Alta performance não começa na largada, começa meses antes, com rotina bem definida, orientação técnica, ajustes constantes e leitura precisa do corpo do atleta. Treinar sozinho reduz eficiência. Treinar com acompanhamento transforma esforço em resultado”, explica Cláudio Lasso.

De acordo com o empresário, o Ultraman é dividido em três dias, com distâncias que exigem controle absoluto:

Dia 1: aproximadamente 10 km de natação em águas abertas, seguidos de cerca de 145 km de ciclismo
Dia 2: aproximadamente 276 km de ciclismo, com altimetria relevante e desgaste acumulado
Dia 3: uma ultramaratona de 84 km de corrida

São mais de 500 km de prova, distribuídos em três dias consecutivos, com o corpo operando sob fadiga progressiva. Cláudio Lasso destaca que no primeiro dia, a combinação de natação com ciclismo já impõe desgaste relevante.

“No segundo, o ciclismo exige estratégia energética precisa e controle de ritmo. No terceiro, a corrida fecha o ciclo com o atleta no limite físico, onde o fator mental passa a ser decisivo. Em provas desse nível, o erro não está na falta de força. Está na falta de controle”.

Ele revela que, como capitão do staff, sua função foi garantir que cada variável estivesse ajustada. Hidratação, nutrição, pacing, leitura do atleta e tomada de decisão em tempo real. O staff, nesse cenário, não é suporte. É parte ativa da performance.

“Existe também um fator decisivo: dar ao atleta o conforto de pensar apenas em competir. Quando há estrutura, o atleta não se preocupa com logística, estratégia ou imprevistos. Ele executa. Isso reduz desgaste mental e aumenta eficiência. E isso exige investimento”.

De acordo com Lasso, alta performance demanda estrutura, equipe qualificada, planejamento, logística, suporte técnico e alinhamento. “Não é custo, é base. Tanto no esporte quanto no ambiente empresarial, quem não investe em estrutura acaba operando no limite”.

A presença da AXIS Performance nesse contexto não é apenas institucional. “Nós não patrocinamos apenas por visibilidade. Nós participamos do processo. Acompanhamos, estruturamos e validamos na prática aquilo que defendemos como marca: performance construída com método, disciplina e consistência’.

Ele afirma que a AXIS nasce com esse princípio. Conectar pessoas ao esporte e mostrar que a performance não está no momento da prova, mas na rotina que antecede ela.

“Estar ao lado de um atleta campeão dentro de uma prova como o Ultraman reforça que esse posicionamento não é discurso. É prática.O bicampeonato do Erick não é um evento isolado. É consequência de um sistema que funciona. Treino estruturado, controle emocional, disciplina diária e um time alinhado”.

De acordo com Lasso, Ultraman deixa uma lição clara: ninguém sustenta alta performance sozinho. Nem no esporte, nem nos negócios. “No final, não vence quem acelera mais em um momento.Vence quem mantém controle, consistência e execução até o último quilômetro”.